Momento de ficar em casa

As crianças e os adolescentes dos CEIs (Centros de Educação Infantil) e do CCA (Centro para Crianças e Adolescentes) estão em casa devido à pandemia do coronavírus (COVID-19). Conversamos com algumas famílias para ver como está sendo esse período em casa com os atendidos.

 

“Precisamos ser prudentes, por conta dessa pandemia, mas está difícil de manter as crianças em casa, porque [esta quarentena] tirou toda a rotina delas. Nosso filho, Levi da Silva Brito, é uma criança bem agitada. Ele sente muito a falta do CEI São Francisco de Assis, de estar com os amiguinhos nas atividades. Ele fala para nós que tem que matar esse bichinho logo porque ele quer voltar para a escola. Para nós, pais, a unidade é muito importante, porque sabemos que nosso filho está sendo bem cuidado.” Cibele Cristina da S. Brito e Diego Oliveira Brito

 

“A situação da pandemia do coronavírus é uma conscientização do perigo que todos devem ter. Não tem idade, raça nem nível social: todos devem ter o mesmo cuidado, mas infelizmente não são todos que estão tendo. Está sendo difícil esses dias em casa com a minha filha, Isabelly Cristina. Tanto ela como eu não aguentamos ficar trancadas dentro de casa. Ela sente muita falta do CEI Mãe Operária, porque o centro a ajuda muito no desenvolvimento do convívio social. Ela se desenvolveu muito rápido depois que entrou na unidade. Só tenho que agradecer muito por existir o CEI Mãe Operária.”  Taynã Ribeiro S. Mendes

“Este período da pandemia está sendo bem complicado, pois meu filho, Rodrigo Arruda, está muito ocioso. Ele sente muita falta da rotina do CEI Santa Catarina, das professoras e dos amiguinhos. Por ele ter problemas respiratórios, o cuidado é dobrado. No momento é importante para a saúde dele e de todos ficar em casa. Ele também é muito elétrico, então preparei alguma rotina para ele seguir em casa, porque não temos quintal; é um pouco complicado. O CEI Santa Catarina é muito importante para mim, porque, além do Rodrigo, tenho duas filhas – uma de 13 e outra de 14 anos – e as duas foram criadas no CEI. É um espaço maravilhoso, que acolhe muito bem e desenvolve nossos filhos.” Gisele Cristiane de Arruda

 

“Em meio a um momento difícil como este pelo qual o mundo está passando, frente a uma pandemia para a qual não estávamos preparados, devemos olhar para os pontos positivos e termos fé de que vamos superá-lo. O momento é de total reflexão, quando não existem diferenças para a doença. Estamos todos no mesmo barco; precisamos ter solidariedade, empatia e responsabilidade para que, assim, possamos vencer todo este caos. O período em casa está nos deixando mais próximos. Estamos de pouco em pouco criando uma rotina mais saudável para que Daniel Sampaio Rodrigues possa desenvolvê-la em casa. Está sendo emocionante acompanhar de perto a forma como ele interage em atividades que envolvem música, pintura e leitura. Nosso laço familiar está se fortificando ainda mais. Mas ele sempre fala de seus colegas de sala e que sente falta. O CEI Sagrada Família é muito mais do que um lugar onde as crianças passam o tempo enquanto os pais alinham a rotina: é um lugar que desperta a curiosidade de querer saber mais. Desde quando Daniel começou a estudar no CEI, é notável o quanto ele se desenvolveu.” Camila Sampaio Leite

 

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